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03/06/2016
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Há mais de sete anos, Márcio e Daiane Carlesso Bortolini, acreditaram no segmento de orgânicos e investiram em loja especializada em Garibaldi

DA HORTA PARA A PRATELEIRA

Um hábito comum acabou se tornando em um empreendimento para o casal Márcio e Daiane Carlesso Bortolini. Há sete anos, um ano após iniciar produção própria, eles fundaram a Sabor Ecológico Comércio de Alimentos.

Nutricionista, Daiane diz que, ao notarem a dificuldade para compra de produtos orgânicos, visualizaram uma oportunidade de trabalho, unida a um objetivo de vida, além de proporcionar à população, uma alimentação mais saudável.

“A idéia em abrir uma loja de orgânicos surgiu da necessidade própria em adquirir alimentos, que costumava ser em cidades vizinhas ou até Porto Alegre”, salientou. O estabelecimento, localizado na Rua João Pessoa, ultrapasou as barreiras que o segmento exigia e tornou-se referência em Garibaldi e Região.

Antes de abrir a loja, participaram de inúmeras palestras, cursos e oficinas relacionadas ao plantio, produção e certificação de orgânicos. Além disso, também foram conhecer feiras de produtos naturais e orgânicos.

A Sabor Ecológico oferece, além de alimentos orgânicos - inclusive com marca própria -, produtos naturais sem glúten, sem lactose, dietéticos e fitoterápicos, alguns não orgânicos. 

“Todas as frutas, verduras e hortaliças são orgânicas, assim como sucos, geléias, molhos, chás, açúcar, café, farinhas, grãos, alguns cosméticos e até produtos de limpeza”, enfatiza a proprietária.

A confiança do consumidor foi conquistada através da honestidade e da escolha criteriosa dos fornecedores, além do atendimento personalizado com profissional nutricionista.

As dificuldades dos primeiros anos moldaram o caminho e trouxeram ensinamentos que servem como pérolas até hoje. Um deles é o empenho necessário para suprir a demanda, principalmente por alimentos in natura (frutas, verduras e hortaliças). “Faltam produtores, falta diversidade e, muitas vezes, o clima não contribui para uma boa produção”.

Outro paradigma a ser superado foi o da cultura. Daiane diz que poucos apreciavam ou buscavam alimentos sem agrotóxicos. “Por mais conhecimento que as pessoas tenham sobre os malefícios dos insumos químicos, a alimentação muitas vezes não é a prioridade”.

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Redação

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